Causada por bactéria, a erisipela atinge a pele e causa infecção

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A doença ativa é uma infecção sistêmica que apresenta como tríade clássica as lesões da mucosa orofaríngea, dos linfonodos e dos pulmões1,3,7.

A passagem do Paracoccidioides brasiliensis pelos pulmões causa lesões nesses órgãos, que são evidenciadas clínica e radiologicamente em 80% dos casos1. Doença de etiologia desconhecida, a sarcoidose pode também ter esta apresentação clínico-radiológica, porém a cavitação não ocorre. São as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, especialmente nas zonas rurais, que ocorrem as maiores incidências da doença causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis, conhecida como paracoccidioidomicose (PCM). No interior do corpo humano, a 37ºC, o fungo apresenta a forma de levedura (aparência cerebriforme), que é a forma na qual o fungo causa a doença paracoccidioidomicose. Porém, quando não diagnosticada, a doença passa para um estágio mais avançado, danificando também o aparelho digestivo, o sistema nervoso e o ósseo, podendo algumas vezes ser fatal. Lembrando que o fungo é mais encontrado em zona rural e hábitos, como cultivar a terra, cuidar de jardins, caçar animais, são situações que podem facilitar a inalação do fungo. A maioria dos pacientes com a forma crônica da doença, mesmo após tratamento eficaz, apresentam sequelas, incluindo fibrose pulmonar (FP). A doença pode ser confundida com a tuberculose, pois como esta, apresenta uma tosse persistente. Não é uma doença contagiosa, pois o indivíduo contaminado não pode transmiti-la a outro, e não é transmitida através de objetos de uso pessoal ou por alimentos.

Como um vírus causa doença

  • desenvolvimento de doença resultante da disseminação linfo-hemalogênica do fungo, num período curto após a infecção inicial (formas aguda e subaguda da doença)
  • reativação de focos quiescentes (forma crónica).

A pneumonia pode ser causada pela infecção de bactérias, vírus, fungos, e outros parasitas que geralmente são transmitidos por via respiratória.

A forma disseminada da doença tende a manifestar-se em indivíduos com SIDA e outras perturbações do sistema imune. BlastomicoseNa blastomicose, depois de ter sido aspirado, o fungo causa infecção sobretudo no pulmão, mas, em geral, não produz sintomas. Causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis, êndemico da América Latina, que se prolifera principalmente na terra, a doença afeta trabalhadores rurais. Porém, causa graves sequelas e pode matar se não for diagnosticada e tratada a tempo. “O objetivo é tornar a doença mais conhecida destacar a importância do diagnóstico no tratamento dos pacientes. A Blastomicose, conhecida também como Blastomicose sul-americana ou Doença de Gilchrist, é uma infecção pulmonar causada pelo fungo Blastomyces Dermatitidis​, que se não for tratada pode levar à morte. Também causa lesões na pele, nas mucosas (oral, nasal, do sistema digestório) e pode se disseminar e contaminar outros órgãos, além do pulmão. A forma aguda ou subaguda compromete o sistema fagocítico-mononuclear (um dos sistemas mais importantes para defesa do organismo) e leva também à disfunção da medula óssea. A infecção se dá através da inalação dos esporos (células) do fungo (na forma filamentosa) existentes no solo, normalmente em meio rural.

Vítima esteve em sótão que continha os animais; infectologista indica suspeita de histoplasmose, doença causada pelo fungo

  • Blastomicose sul-americana ou moléstia de Lutz-Splendore e Almeida.

A maioria dos casos ocorre no sexo masculino porque o hormônio feminino 17-B-estradiol impede que o fungo atinja a forma de levedura, que é a forma causadora da paracoccidioidomicose.

A infecção pode ocorrer na área urbana; A doença pode acometer o SNC; A base do tratamento são sulfas; As recidivas estão mais relacionadas a não-aderência ao tratamento. Formas Aguda e Subaguda É a forma clínica mais rara, representando menos de 10% dos pacientes. Do ponto de vista laboratorial, os casos mais graves se assemelham à forma aguda, com exceção da eosinofilia, mais rara, e dos títulos de anticorpos específicos, por vezes, mais baixos. Mais recentemente, tem sido descrita a forma oportunista, que ocorre em pacientes portadores de imunodeficiências, principalmente nos infectados por HIV, mas também em pacientes transplantados, ou portadores de neoplasias hematológicas. Entretanto, em muitos casos, há, concomitantemente, envolvimento pulmonar com padrão intersticial sugestivo da forma crónica da doença. Além disso, verifica-se incidência maior de lesões cutâneas em relação às outras formas clínicas, sugestivas da disseminação hematogênica do fungo. Muitos pacientes, mesmo após tratamento antifúngico eficaz, apresentam sequelas, decorrentes da fibrose, que sobrevêm ao intenso processo inflamatório causado pelo fungo. Nos pacientes que abandonam o tratamento o prognóstico também é ruim, pois evoluem para cronificação e disseminação da doença. A primeira caracteriza-se por comprometimento pulmonar, lesões ulceradas de pele, mucosas (oral, nasal, gastrointestinal), linfoadenopatia; na forma disseminada, pode acometer todas as vísceras, sendo freqüentemente afetada a supra-renal.

Causada por bactéria, a erisipela atinge a pele e causa infecção

  • Drogas antifúngicas, tais como a anfotericina B, sulfamídicos, derivados azólicos.

Caracteriza-se apenas por contágio do indivíduo pelo fungo, sem a presença de doença clinicamente manifesta.

Incide mais em homens do que em mulheres, pois o fungo, sofrendo ação do hormônio feminino 17-B-estradiol, torna-se incapaz de transformar-se em levedura, essencial para induzir a doença. A blastomicose, também chamada de blastomicose norte-americana, doença de Chicago ou doença de Gilchrist, é uma doença pulmonar que possui como agente etiológico o fungo Blastomyces dermatitidis. Embora, em regra geral, a infecção pulmonar piore lentamente, pode melhorar sem tratamento. Pode surgir uma infecção cutânea sob a forma de pequenas pápulas (protuberâncias), que podem conter, em seu interior, pus (papulopústulas). http://www.revistamedicaanacosta.com.br/10(1)/artigo_8.htm Blastomicose Nomes alternativos: doença de Gilchrist, blastomicose norte-americana A blastomicose é uma infecção causada pelo fungo Blastomyces dermatitidis. Causas, incidência e fatores de risco: A doença é mais comum em homens. Quando a infecção está disseminada podem aparecer lesões cutâneas (ver lesões cutâneas da blastomicose) ou ósseas; o sistema urogenital também pode ser afetado. Nas áreas endêmicas, é doença importante entre arqueólogos, recrutas militares e trabalhadores, cuja natureza da atividade pode acarretar o contato com o agente etiológico. A CRIPTOCOCOSE, também conhecida por Torulose, Blastomicose Européia, Doença de Busse-Buschke é uma micose sistêmica causada por um complexo de fungos patogênicos identificados no gênero Cryptococcus.

O aspecto e a cor. Amostras opacas e leitosas podem significar acúmulo de proteínas, mas também pode ser acúmulo de leucócitos sugerindo infecção.

A HISTOPLASMOSE é uma infecção fúngica sistêmica podendo apresentar-se desde uma infecção assintomática até a forma de doença disseminada com êxito letal.

Constitui-se na mais comum infecção respiratória causada por fungo – Histoplasma capsulatum. Þ    Histoplasmose pulmonar primária aguda: desenvolve-se em apenas 1% dos indivíduos imunocompetentes infectados, freqüentemente com poucos sintomas leves, sendo os mais comuns: febre, mal-estar, tosse não-produtiva e fadiga. Grande parte dos pacientes apresenta recuperação sem necessidade de tratamento, porém em raros casos os sintomas gerais podem continuar por vários meses. Þ    Histoplasmose pulmonar crônica: caracteriza-se pela formação de consolidação progressiva e cavitações, sendo mais comum em pacientes pneumopatas (como os portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica). A histoplasmose pode acometer pacientes infectados pelo vírus HIV, em até 5% dos casos, sendo uma doença oportunista. Na grande maioria das vezes, a doença apresenta-se na forma disseminada, com febre, mal-estar e perda de peso. Exames de radioimunoensaio para detecção de antígenos do fungo foram desenvolvidos, podendo ser realizados com amostras de líquor, urina, soro; são úteis nos casos de infecção disseminada, com sensibilidade > 90%. O exame histopatológico fornece o diagnóstico mais precocemente que a cultura, sendo mais frequentemente realizado com amostras de medula óssea (mas também de pulmão, pele, linfonodos, fígado, etc). Em pacientes com SIDA e doença disseminada, a hemocultura é positiva na grande maioria dos casos, mas a sensibilidade é mais baixa nos casos de infecções crônicas e localizadas.

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Nos casos de doença mais leve e que não acomete as meninges, prefere-se o itraconazol.

Após ser inalado, o fungo pode não causar sintomas ou pode causar uma pneumonia aguda ou crônica. Dessa forma, a infecção também pode disseminar-se dos pulmões para os ossos, as articulações, o fígado, o baço, os rins e o cérebro e as meninges. O Chile encontra-se livre da doença provavelmente por causa dos Andes. Já quando a esporulação for múltipla, chamamos de Roda de Leme, sendo esta forma patognomônica da doença. No aspergiloma/Bola Fúngica/Micetoma, o fungo coloniza uma cavidade pulmonar preexistente, sendo denominada uma doença saprofítica local. A bola fúngica pode estar presente, porém são identificadas invasão mínima e fibrose tecidual provocada pelo fungo. O fungo do gênero Paracoccidioides é de grande importância médica devido à doença que causa: a Paracoccidioiodomicose (PCM). Fonte CDC-Phil#527 É uma doença geograficamente restrita a áreas subtropicais da América Latina, onde o Brasil apresenta o maior número de casos, atingindo também Colômbia, Argentina e Venezuela. Em temperaturas entre 35° e 37°C, esse fungo apresenta forma de levedura, que desenvolve a doença.

Malassezia pachydermatis é o fungo responsável pela maioria das otites caninas. Conheça os sintomas e o tratamento.

A doença é agressiva, muitas vezes incapacitante, tem evolução crônica, sem tendência a cura espontânea e pode levar a morte.

Alcançando as mucosas e a pele, o fungo causa lesões horríveis”, afirmou o pesquisador. É uma infecção causada pelo fungo Blastomyces dermatitidis e também conhecida por blastomicose norte-americana, doença de Chicago ou doença de Gilchrist. Na ausência de tratamento, a doença evolui, a infecção piora lentamente e pode levar à morte. A blastomicose sul americana ou paracoccidioidomicose, também conhecida por Doença de Lutz-Splendore-Almeida é uma doença pulmonar causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis que tratarei em outro artigo. Blastomicose é doença infecciosa multisistêmica rara, causada pelo fungo Blastomyces dermatitidis. Na fase crônica da doença, pulmões e pele são mais freqüentemente afetados. A doença progride lentamente, de forma silenciosa, podendo levar anos até que seja diagnosticada. A doença, geralmente, é multifocal, sendo o pulmão, mucosas e pele os sítios mais comumente acometidos pela infecção. Paracoccidioidomicose é uma doença provocada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis de grande importância em Odontologia, devido a suas manifestações bucais.

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